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twitter Twitter tem sido bastante utilizado pela comunicação das empresas, pela facilidade de manter atualizadas as pessoas interessadas em seu produto. “Se todos usam e é gratuito, então por que não usar?”

Realmente o Twitter pode ser a rede social que melhor se adapta ao cenário corporativo e também uma excelente oportunidade para comunicação e relacionamento. Para fazer do Twitter uma ferramenta aliada dos negócios existem basicamente quatro aspectos importantes.

Planejamento
O primeiro passo para qualquer ação é o planejamento. O processo de planejamento é essencial para quem busca resultados e requer respostas para as seguintes perguntas:

* Qual é o seu objetivo no Twitter?
* Como atingir seu objetivo através da rede social?
* Qual é o seu público e como encontrá-lo?
* Qual será o conteúdo a ser colocado?
* Como interagir com seu público?
* Como utilizar a rede social para melhorar a sua empresa e avaliar a satisfação dos clientes?

As respostas podem vir com a ajuda de um brainstorm; criatividade e inovação fazem a diferença. As respostas – e também as perguntas – indicarão um propósito a seguir e ajudarão a empresa a se colocar adequadamente diante do seu público.

Conteúdo
Agora que temos um objetivo, criamos a rede social e captamos seguidores, vamos socializar. A esta altura você já definiu o tipo de conteúdo que irá veicular e este é um passo importante para manter e crescer o número de seguidores.

Muitas empresas criam perfis no Twitter para colocar lá as mesmas propagandas todos os dias, para que apareçam sempre no painel de leitura dos usuários. Isso é spam. O tom totalmente comercial tem efeito negativo para o público.

Sobre conteúdo e o tom dos posts ou tuítes: você precisa ser sociável, criando textos comerciais sim, mas através de informação interessante sobre o seus produtos. Pense em dar dicas de utilização, peça sugestões sobre onde ou como melhorar produtos e serviços, realize promoções dentro do Twitter. Responda bem as perguntas e mensagens enviadas.

Um bom exemplo de conteúdo: a padaria tuíta “Pão quentinho em 5 min”. Existem de fato empresas vendendo desde pão quentinho até apartamento, que é o caso da Tecnisa.

Métricas
Para a correta mensuração, é preciso definir o objetivo final. Mais do que medir o tráfego que vem do Twitter para o seu site, você precisa saber se esse tráfego está gerando negócios. Se o objetivo é gerar mais orçamentos e cadastros no site, por exemplo, crie metas no Google Analytics que transformem esse orçamento ou cadastro em números.

Após definido claramente o objetivo, você precisa criar relatórios personalizados para identificar onde foram feitas as conversões. O objetivo destes relatórios é exatamente saber quanto e como o Twitter gera negócios.

Detalhe: não é da noite para o dia que o Twitter gera negócios. Você está lá para criar relacionamento com o seu público e o resultado de um bom trabalho de relacionamento é a geração de negócios.

É uma questão de custo e benefício. O custo de uma ação no Twitter é zero, mas precisa de recursos internos, pois é uma ação constante e que demanda tempo das pessoas envolvidas – até porque um perfil abandonado não é praticamente visto.

Fonte: Webinsider

twitter feed

Atualizações do serviço Twitterfeed passa a medir a audiência dos links que você publica no microblog.

Criado inicialmente com o intuito de espalhar atualizações de blogs e sites no Twitter, o Twitterfeed cresceu e ampliou seus serviços. Além de usar fontes RSS para criar posts automáticos na rede social, ele também vai acompanhar o número de cliques que cada post recebeu.

Dessa forma, quem usa o Twitter para divulgar o seu site poderá ver quantos dos seus usuários estão vindo a partir do microblog. Para analisar o tráfego, o mecanismo usa o Google Analytics. Os números da audiência são atualizados em tempo real, mostrando resultados a cada 30 minutos.

Junto com o novo recurso de medição de audiência, o Twitterfeed também anunciou a integração do serviço com o Facebook. De acordo com os desenvolvedores do site, mais uma novidade é o reforço da infra-estrutura dos servidores, que vão acelerar o encaminhamento de posts para o Twitter.

Acesse: http://twitterfeed.com/

Fonte: AdNews

saco O Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Grupo Carrefour dão um importante passo para a redução do consumo de sacolas plásticas no Brasil e anunciam a estreia da campanha “Saco é um Saco” na internet.

O lançamento aconteceu nesta quinta-feira (15/10), data que marca a criação do Dia do Consumidor Consciente, que este ano terá como mote o Dia Sem Sacola Plástica.

O portal é destinado a difundir a campanha entre formadores de opinião e internautas em geral. As páginas trazem dicas de como reduzir o consumo de sacolas plásticas, oferece downloads informativos, tem quiz sobre cuidados com o meio ambiente e hábitos saudáveis, além de notícias e fotos.

Para reforçar a comunicação do tema, a estratégia de divulgação contempla as redes sociais, como Orkut, Twitter, Facebook, Youtube e Blog. O novo canal aposta no crescente número de internautas no País. Segundo pesquisas, o brasileiro é um dos internautas mais assíduos da rede, com cerca de 32,5 horas semanais de navegação. E ainda o quarto país no mundo no uso de redes sociais, atrás apenas de Rússia, China e Índia.

Fonte: AdNews

A Mazda realizou em conjunto com a Layar, no Reino Unido, uma ação que mesclou QR code e Realidade Aumentada. Foram colocados, em uma revista especializada, anúncios impressos da Mazda que possuíam um QR code e direcionava os usuários de Android para um aplicativo com RA.

Aqueles que possuíssem o aplicativo para a leitura do código 2D e o decodificassem eram direcionados a uma “url” layar://mazda que, quando clicada, iniciava o aplicativo Layar em seu celular. A partir daí, o usuário que já possuísse o aplicativo instalado em seu aparelho, era orientado para chegar a consecionária Mazda mais próxima, por meio da bússola do aparelho e de realidade aumentada. Além disso, possuía as opções de visitar o mobile site ou ligar para um atendente da loja.

Veja o vídeo:

Fonte: MobilePedia

lotus
A IBM lançou, sem muito alarde, a nova versão do LotusLive, um conjunto de aplicativos para empresas que funciona online.

A imprensa fez o maior estardalhaço, pois a solução de webmail oferecida, o Lotus iNotes, custa menos que a versão profissional do Gmail e promete 99,99% de funcionamento. A versão corporativa do Gmail, que é paga, promete um período de falha de no máximo 10 minutos consecutivos, mas não especifica a quantidade de tempo que pode ficar fora do ar.

Para nós, meros mortais, ficar 10 minutos sem e-mail é chato, mas não letal. Para uma empresa com mais de 10 mil funcionários trabalhando de forma colaborativa por e-mail, isso é prejuízo certo.

O web mail seguro da IBM é interessante, mas o mais revolucionário no pacote LotusLive é o módulo LotusLive Connections. O conceito é simples: sem instalar nada, direto do browser, funcionários de uma empresa podem participar de uma rede social privada, trocar arquivos, mensagens e interagir de forma colaborativa.

O que o LotusLive Connections permite é mais ou menos o que o LinkedIn faz, mas com um foco muito mais intenso. Conhecendo colegas de empresa inicialmente por afinidades, é possível criar projetos paralelos e aproveitar talentos latentes.

Hoje, já existem empresas que usam redes internas para trocar informações, mas o que a IBM propõe amarra um monte de soluções em um só ambiente. Existe o componente social, inédito até hoje, e ele está integrado com áreas de transferências de arquivos, comunicador instantâneo próprio e até formulários compartilhados. E tudo funciona em qualquer lugar do mundo.

O mais interessante é a interoperabilidade. Se uma outra empresa parceira usa o sistema, as duas redes sociais podem ser conectadas, com limites definidos de comum acordo.

Como se trata de um serviço profissional, com alto nível de segurança, o LotusLive Connections é cobrado. Por usuário, ele custa R$ 260,86 por ano. Para nós, que usamos Tweeter, FaceBook, LinkedIn e SendSpace, é caro. Mas para grandes empresas, que não querem ver suas informações rolando pela rede sem controle ou resultado, pode ser um bom negócio.

Fonte: Blog do Link

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